Energia eólica

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Atualmente, temos ouvido falar sobre o aumento de campos de captação de energia eólica. Este tem sido um recurso bastante usado para conseguir energia limpa, e promete vir pra melhor bastante a qualidade do planeta.

Desde 2005, existe um conselho especifico para tratar de questões ligadas à energia eólica, é o Conselho Global de Energia Eólica (Global Wind Energy Council – GWEC). Este tem conseguido divulgar este tipo de energia, gerando um fórum de discussões bastante relevante. Fazem parte do conselho, membros de mais de 50 países, somando 1.500 organizações.

O Conselho Global de Energia Eólica tem se preocupado atualmente em um projeto chamado Wind Force 12. Este projeto tem como objetivo fazer com que a energia eólica represente 12% da energia consumida no globo, e isto até 2020. É uma proposta bastante ousada, considerando as atuais circunstâncias, mas possível.

A energia eólica é altamente recomendada, e sofre muitos poucos danos em decorrência de intempéries naturais. Não é diminuída em período de seca, por exemplo. Além disso, suas estruturas não agridem tanto o meio ambiente quando a construção de uma hidrelétrica, por exemplo.

novembro 27th 2012 Sustentabilidade brasileira

Sustentabilidade industrial

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Um dos assuntos mais polêmicos quando se fala em sustentabilidade e cuidado com o meio ambiente é a indústria. Falando de maneira mais direta possível, as indústrias visam o lucro, não importando, muitas vezes, o que é necessário para isso. Em contrapartida, vemos que as indústrias emitem gases poluentes na atmosfera sem controle, poluem rios, destroem aeras de vegetação nativa, deslocam o ecossistema de determinada região e etc.

Acontece que de alguns anos para cá, está acontecendo um importante movimento de consciência em relação aos cuidados com o meio ambiente. Várias indústrias têm, desta forma, procurado adequar-se, conforme medidas internacionais, como o protocolo de Kyoto.

A grande questão, desta forma, torna-se: como manter uma alta margem de lucro e ao mesmo tempo ter uma indústria sustentável?

É a partir de perguntas inquietantes como esta que os grandes movimentos sobre o cuidado com o meio ambiente têm se baseado, pois não basta apenas que o indivíduo se conscientize e faça a sua parte. A grande contribuição, as mudanças globais virão, em grande parte, da mudança de postura por parte das indústrias.

outubro 27th 2012 Sustentabilidade brasileira

É preciso um planeta sustentável. Urgente!

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Uma pesquisa recente, desenvolvida pela Royal Society, chegou a uma conclusão alarmante: os hábitos de todas as populações precisam mudar, e só assim a humanidade e o planeta poderão ser sustentáveis.

Uma das coisas que precisa ser feita urgentemente, é dar acesso a planejamento familiar às pessoas de países mais pobres. Este fato não ajudaria apenas em microescala a vida desta família, nem apenas do país, mas em escala global. Uma das preocupações dos cientistas é em relação à população mundial relacionada à quantidade de alimento possivelmente disponível. Sendo assim, o controle de natalidade seria de grande ajuda a isto num futuro próximo.

Outra recomendação, é que os países parem de medir seu nível econômico e de saúde a partir do PIB. Este indicador não pode servir para indicar estas grandezas, e acaba servindo, muitas vezes, como uma cortina de fumaça a diversos problemas internos do país.

É importante a união de todos para que, juntos, aos poucos, façamos do planeta um lugar mais sustentável. E as medidas não cabem apenas a uma fatia da sociedade, em todas as escalas possíveis, desde a individual até a macro esfera política.

setembro 4th 2012 Sustentabilidade brasileira

Dendê usado para a produção de biodiesel

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O dendê, produto tipicamente brasileiro, é usado também para a produção de biodiesel. Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o incentivo da produção do dendê, está dentre os focos de trabalho da empresa. Cerca de 70% dos óleos do mundo são provenientes de quatro espécies vegetais: girassol, soja, canola e dendê. O dendezeiro é a espécie  oleaginosa que apresenta maior produtividade no País. O plantio de dendê no Brasil, especialmente no estado do Pará, chega a ter toneladas de óleo/ha/ano. Além do ramo alimentício, o óleo do dendê é muito usado também em outros setores como na indústria farmacêutica, química e de alimentos. Por representar de 6 a 9 unidades de energia disponíveis por unidade de energia aportada, o dendê vem a ser uma excelente opção para a agricultura sustentável na Amazônia.
Para que o uso do dendê como matéria-prima para a produção de biodiesel possa ser implantada é necessário melhorar a expansão da dendeicultura no Brasil. Dentre as adequações estão o melhoramento do  manejo da cultura e do processo de conversão de óleos e resíduos, o trabalho contínuo de pesquisa de novos cultivos e adaptação de diferentes condições ambientais.

janeiro 29th 2012 Sustentabilidade brasileira

Rótulos ambientais não são eficazes

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O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou no início de março de 2011 uma pesquisa intitulada de  “O uso do poder de compra para melhoria do meio ambiente”. A pesquisa revelou, dentre outros temas, que os rótulos utilizados nos produtos pelas empresas que desenvolvem produtos ambientais, precisa de adequações. Para o instituto este tipo de rotulagem que certifica os produtos como ambientalmente correto é apenas uma maneira de informar o consumidor que o processo de produção da mercadoria comprada, não teve utilização de equipamentos ou matérias-primas que agridem o meio ambiente. Apesar desta informação, os rótulos, segundo o Ipea, necessita de algumas modificações para que se torne mais efetivo. Uma das conclusões da pesquisa feita pelo Instituto se refere na questão de custos que as empresas tem com a rotulagem dos produtos. Para os pesquisadores do Ipea, a adaptação e critérios que estabelecem a certificação e rotulagem dos produtos, acaba resultando num aumento de custos para as empresas. O que reflete, consequentemente, num aumento dos preços dos produtos aos consumidores.

Seria preciso mais investimentos para atingir uma economia sustentável

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Um relatório divulgado pelo Programa da ONU para o Meio Ambiente (Unep ) revela que seriam necessários investimentos anuais de 2% do PIB global para adaptar as economias mundiais a um futuro mais sustentável. Este levantamento aponta ainda que os investimentos representariam um crescimento econômico de 15,7% até o ano de 2050. O estudo diz que seria preciso investir em 10 áreas a fim de garantir uma economia sustentável e os recursos chegariam na ordem de R$ 2,15 trilhões. Para a Unep as áreas que deveriam receber investimentos  são a indústria, agricultura, pesca, florestas, construções, turismo, energia, transporte e manejo de lixo e água. Segundo o relatório do Unep há medidas em curto prazo que podem ser tomadas para atingir esta meta. Como exemplo destas medidas, o diretor da Iniciativa para uma Economia Verde da Unep, Pavan Sukhdev, cita a redução de subsídios para os combustíveis fósseis e o redirecionamento de mais recursos  que recompensem  a pesca insustentável.

abril 17th 2011 Sustentabilidade brasileira

Custa caro ter casa ecologicamente correta

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Durante um encontro que discute a sustentabilidade, a “Feira das Cidades Sustentáveis”. O arquiteto espanhol Luis de Garrido, disse que hoje e dia construir uma casa sustentável custa mais do que construir uma residência convencional. Segundo o arquiteto, o normal é quando algo que agride o meio ambiente tem um valor financeiro maior. Mas para ele, a maior parte dos produtos ecológicos hoje, na realidade não são. A palavra “ecológica”, conforme Garrido, ganhou um significado diferente e ocupa uma dimensão política e econômica que o coloca em lado contrário do que vem a ser  sustentável. Mas e como então podemos conciliar a arquitetura sustentável com menores custos? De acordo com o arquiteto é necessário buscar um conceito que seja baseado em componentes biodegradáveis, ou seja, uma integração com o ecosssitema e o planejamento energético da moradia. Antes de levantar os custos da construção com o uso de tecnologias renováveis, a obra sustentável deve ter em conta os aspectos bioclimáticos. Com um planejamento dos espaços pode-s econseguir resultados positivos.

março 19th 2011 Sustentabilidade brasileira

Grandes cultivos geram resultados negativos ao meio ambiente

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De acordo com o estudo do Ipea  o meio ambiente do Brasil sofre muitos impactos devido a realização de grandes cultivos  de produtos  como a cana-de-açúcar, soja ou eucalipto.  Este tipo de cultivo utiliza agrotóxicos que contaminam o solo. A pesquisa questiona a ausência de fiscalização e regulação dos órgãos responsáveis neste sentido. Além de afetar o meio ambiente este modelo agrícola, pode causar problemas sociais como a contaminação de trabalhadores rurais por agrotóxicos e o êxodo rural. Por fim, o estudo conclui que é necessário procurar soluções  como mais respeito às leis ambientais e trabalhistas; implantação de um novo modelo de inserção internacional do Brasil e ainda mais estimulo de exportação de bens manufaturados;, que não dependam dos recursos naturais. O estudo também aponta que a sociedade também deve estar atenta se realmente é necessário aumentar a participação das atividades baseadas na produção e extração de recursos naturais e sugere que sejam buscadas  soluções  para o desenvolvimento.

março 7th 2011 Sustentabilidade brasileira

Política Nacional de Resíduos Sólidos

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Os secretários estaduais de Meio Ambiente do Brasil se reuniram no final fevereiro de 2011 para discutir sobre a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). O encontro teve como principal objetivo estabelecer diretrizes do Ministério do Meio Ambiente para a implantação da política, e dentre os temas abordados o destaque ficou por conta da instituição da coeta seletiva, que deve ser implantada até 2014. E no dia em que se comemorou o Dia Mundial do Meio Ambiente, dia 1 de março, os secretários estiveram em outro encontro promovido pela Agência Nacional de Águas (ANA). A reunião visou estabelecer normas para a implantação do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (Singreh).
Para o secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano (SRHU), Silvano Silvério, os encontros envolvendo os secretários estaduais de Meio Ambiente do País é fundamental, pois os políticos tem contato com a nova política e se orientam a respeito do que deve constar nos planos estaduais e ainda incentivando a reciclagem e a coleta seletiva do lixo nos estados do Brasil.

março 5th 2011 Sustentabilidade brasileira

Falta incentivo as empresas de reciclagem de resinas termoplásticas

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O estado paranaense está em quarto lugar no País, em relação ao número de empresas como também de empregados, com aproximadamente 23 mil, ficando atrás de São Paulo, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Somente no setor de reciclagem, calcula-se que sejam 3 mil empregos diretos e mais de 10 mil empregos indiretos. Mas apesar de apresentar todos estes números e estatísticas, o Paraná possui um quadro lamentável nessa área: a carência de incentivos do poder público. Os empresários do setor de reciclagem argumentam que é preciso mais reconhecimento por parte do poder público com o setor, já que a reciclagem gera muitos benefícios para a população e sociedade como um todo, retirando o lixo do meio ambiente e ainda diminuindo a extração de mais matéria-prima. Além da contribuição com o meio ambiente, o setor de reciclagem gera uma grande quantidade de empregos. De acordo com o Sindicado da Indústria de Materiais Plásticos no Estado do Paraná (Simpe) é preciso recursos na ordem de R$ 1,5 milhão, mais custos de manutenção para que seja aberta uma empresa de reciclagem de resinas termoplásticas que tenha capacidade de reciclagem de cerca de 1,4 mil toneladas por ano. As empresas de reciclagem reivindicam dentre os incentivos ao setor, que pelo menos ao seja concedida a isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

março 5th 2011 Sustentabilidade brasileira